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quarta-feira, 23 de março de 2011

Turbine o som do seu Blu-ray

22/11/2010, por Por Alex dos Santos
 
É comum vermos todos os meses, na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL, ambientes equipados com produtos de áudio sofisticados, que privilegiam a boa reprodução sonora. Para complementar a sensação de envolvimento e imersão obtida diante de uma tela grande, é imprescindível contar com equipamentos que possam “traduzir” com fidelidade a trilha de áudio incorporada à cena.
Essa trilha pode ser intensamente musical, ou produzida com efeitos especiais impactantes, gravada nos avançados formatos Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio e DTS-HD High Resolution.
 As diferenças entre esses e outros padrões de áudio doméstico, você pode conferir neste artigo. Mas como aproveitar melhor o som dos filmes com os equipamentos que tenho? Que formato de áudio escolher quando uso o Blu-ray? São perguntas como essas, feitas por muitos consumidores de players de Blu-ray, que chegam constantemente à redação. E mais uma vez, nossa equipe foi atrás das respostas. Confira!

BLU-RAY PLAYER + MINISYSTEM ESTÉREO
Por conta da conhecida limitação de áudio dos televisores, estes devem assumir apenas o papel de “monitor” no sistema e nunca servir de reprodutor de áudio. A conexão do TV com o player deverá ser feita por meio de cabo HDMI, para contemplar a exibição das imagens Full-HD dos filmes. Na parte de áudio saiba que aquele modesto sistema de áudio estéreo – composto por um minisystem com duas caixas acústicas – será sempre superior aos pequenos alto-falantes dos TVs.

Ao adquirir ou alugar filmes e shows musicais, é possível ver na embalagem logotipos referentes ao tipo de áudio gravado na trilha daquele título. Para saber qual escolher durante a reprodução, primeiro é preciso entender que, independente do formato de som escolhido, ele sempre terá seu desempenho condicionado ao sistema de áudio. De nada adianta escolher no menu do disco formatos multicanal Dolby Digital 5.1 e DTS ou pressionar a tecla AUDIO no controle remoto para se encontrar outro modo surround, se o equipamento reproduz apenas áudio estéreo.

Neste caso, a configuração de áudio no menu/setup do player deverá ser ajustada como “áudio PCM” e não Bitstream. Essas opções são encontradas em qualquer Blu-ray player. Feito isso, selecione no disco uma trilha de dois canais, que pode ser PCM (Pulse Code Modulation) ou Dolby Digital 2.0. O PCM é garantia de melhor qualidade, uma vez que não oferece compressão do sinal de áudio (como ocorre com o Dolby Digital) e, conseqüentemente, perda de detalhamento sonoro. Só para lembrar, é também o mesmo usado nos CDs de música (Compact Disc) e o único a ser conduzido pelas conexões estéreo analógicas.

Vimos que muitos títulos trazem o áudio original apenas com os processamentos Dolby TrueHD, DTS-HD Master Audio ou mesmo Dolby Digital 5.1, restando ao player convertê-los em PCM 2.0 para enviar a um minisystem estéreo. Além de analógicas (RCA), alguns minisystems podem vir com entrada digital óptica ou coaxial, mas a configuração no player em PCM não precisa ser alterada.

BLU-RAY PLAYER + SISTEMA IN-A-BOX
Em kits in-a-box que não possuem leitor de discos Blu-ray, o player deverá ser conectado preferencialmente na entrada digital óptica ou coaxial. O motivo: aproveitar o processamento Dolby Digital e DTS presente nos filmes. A configuração no menu/setup do player deverá ficar em Bitstream, para que as informações codificadas no disco possam ser lidas pelo aparelho e enviadas, via conexão digital, a um HTB. Este ficará responsável por decodificar os sinais e amplificá-los para todas as caixas do sistema. Mesmo que a escolha no menu dos discos seja por um formato de áudio HD, como Dolby TrueHD e DTS-HD, devido ao uso da conexão digital óptica ou coaxial o player irá liberar o sinal sempre como Dolby Digital e DTS respectivamente.

Alguns players de Blu-ray contam com mais uma opção de ajuste, além do PCM e do bitstream, que é o chamado Bitstream Re-Encode ou DTS Digital Out. Este permite àqueles que possuem sistemas in-a-box ou receiver antigo (sem HDMI) de ouvir parte da qualidade sonora dos avançados processamentos de áudio, por meio da conexão digital óptica ou coaxial. Isto é possível porque o player que traz essa opção de ajuste é capaz de ler esses formatos HD, sejam eles Dolby TrueHD ou DTS-HD, e convertê-los em DTS convencional, porém, com uma qualidade sonora ligeiramente superior.

BLU-RAY PLAYER + RECEIVER ANTIGO (SEM HDMI)
Embora o formato Blu-ray tenha aterrissado no Brasil há três anos, boa parte dos entusiastas de home theater ainda tem em casa receivers antigos, que não trazem tomadas HDMI. A reprodução de todos os formatos de áudio dependerá das características do player de Blu-ray a ser usado no sistema.
Se o aparelho for como a maioria dos modelos à venda no mercado, que possui capacidade de leitura dos formatos HD e não é capaz de decodificá-los, a ligação com um receiver antigo deve ser feita via conexão digital óptica ou coaxial. O áudio a ser reproduzido no sistema pode ser tanto Dolby Digital quanto DTS, de acordo com o formato HD escolhido quando presente no disco. A exceção ocorre se o player oferecer as opções Bitstream Re-Encode ou DTS Digital Out, onde qualquer processamento de áudio HD poderá ser ouvido em DTS de melhor qualidade.

O segundo caso é o de Blu-ray players com capacidade de decodificação dos formatos de áudio HD. Esses aparelhos incluem sempre saídas multicanal analógicas de 5.1 ou 7.1 canais para serem conectadas, via cabo RCA, diretamente às entradas correspondente no receiver. Na parte de áudio do menu/setup do player deve ser selecionada a opção PCM Multi, uma vez que os sinais de áudio decodificados serão enviados nesse formato para o receiver. Além disso, os ajustes de tipo de caixa e nível de volume passam a ser realizados no menu do player.

A vantagem de se usar um player com decoder embutido é que qualquer formato de áudio HD disponível no disco poderá ser reproduzido no sistema. Esse tipo de Blu-ray é comumente encontrado em lojas especializadas em home theater, sendo facilmente identificados pela presença de seis (5.1CH) a oito (7.1CH) conectores RCA vermelho e branco na parte traseira do aparelho.

BLU-RAY PLAYER + RECEIVER COM HDMI
Essa é a configuração ideal para quem pretende deleitar-se com o som de melhor qualidade dos filmes em Blu-ray. Quando se usa um receiver dotado dos avançados processadores HD, não há complexidade de ajustes e tão pouco de conexões. Basta selecionar no menu/setup do player a opção de áudio Bitstream e pronto. Todos os formatos disponíveis nos discos serão facilmente reproduzidos e terão sua qualidade sonora bem explorada pelo sistema. É possível ainda que algumas pessoas tenham receivers com terminais HDMI de versão antiga e sem os processadores HD. Para essa situação, caso o BD player traga decoders embutidos não será necessário o uso de seus terminais analógicos multicanal. É só ligar um cabo HDMI até o receiver, alterar o menu/setup do player para PCM Multi e desfrutar da qualidade superior dos formatos de áudio HD.

QUAL FORMATO USAR?
Um disco Blu-ray possui capacidade de armazenar de 25GB a 50GB de informações. Além da resolução de imagem Full-HD (1920x1080p), um único filme pode conter trilhas gravadas em até quatro diferentes formatos de áudio. Os mais comuns são Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio, DTS-HD High Resolution, PCM Multicanal, além do Dolby Digital 5.1, DTS e PCM estéreo.

Alguns títulos podem trazer informações para dois canais de surround adicionais, tornando-se compatíveis com a nova geração de receivers em sua maioria de 7.1 canais. A melhor opção de áudio é o PCM Multicanal, por ser um formato de áudio puro e que não oferece compressão de sinal. Ele era mais comum nos primeiros filmes em Blu-ray e, aos poucos, vem perdendo espaço para os formatos de compressão sem perdas Dolby TrueHD e DTS-HD Master Audio.
A resolução de áudio desses formatos HD da Dolby e da DTS é no mínimo quatro vezes superior ao Dolby Digital e DTS convencional, o que resulta em um nível de detalhamento sonoro muito mais apurado. Já os formatos Dolby Digital Plus e DTS-HD High Resolution também realizam a compressão do sinal de áudio multicanal, ao mesmo tempo em que proporcionam uma certa perda de qualidade. 

E lembre-se: não é preciso ter um sistema de áudio sofisticado e uma grande sala para que as diferenças entre os modernos processamentos HD e os tradicionais DD e DTS sejam perceptíveis. É evidente, porém, que a combinação de receiver e conjunto de caixas acústicas de boa performance, certamente, resultará em uma experiência significativamente mais envolvente com maior riqueza de detalhes em toda a faixa de frequências.
*Texto publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL
Textos Relacionados:

Um roteiro para montar seu home theater

14/02/2011, por Eduardo Bonjoch*
Muitos brasileiros trocaram de TV no final de ano e agora estão descobrindo um novo mundo de som e imagem. Aos poucos, foram percebendo que aquele televisor quase auto-suficiente é, na verdade, apenas uma das peças indispensáveis no processo de transformação da sala de TV num verdadeiro e inigualável home theater. E nesse momento começam as dúvidas: qual o melhor local para montar o sistema? Onde devo acomodar todos os equipamentos? Qual a melhor forma de controlar a iluminação do ambiente? Que cuidados devo tomar na parte elétrica e na acústica? A seguir, um roteiro passo-a-passo.

A ESCOLHA DO AMBIENTE
Pode ser um living, uma sala dedicada ou até um segundo ambiente adaptado. Definir o local ideal para acomodar o home theater vai depender do espaço disponível na residência e, claro, das suas expectativas. Como regra geral, qualquer cômodo, com mais de 10m2, pode abrigar o sistema de áudio e vídeo. Por ser quase sempre o maior cômodo da casa, o living leva vantagem (até mesmo em relação à acústica) e permite acomodar um número maior de espectadores. Além disso, ao receber os equipamentos, essa área ganha uma nova função, deixando o espaço mais concorrido.

Se, por um lado, instalar o home theater no living pode ser uma saída bem interessante, por outro, exige vários cuidados técnicos. Diferente de uma sala dedicada exclusivamente às sessões de filmes (que é a solução ideal, mas quase sempre impraticável), áreas multiuso costumam ser utilizadas para atividades diferentes. O living, por exemplo, quase sempre abriga o home theater, mas também precisa ser projetado para receber os amigos, servir refeições, e assim por diante. E, aqui, não vale a pena se iludir: montar uma sala destinada a tantas atividades, inevitavelmente, vai exigir algumas concessões.

Dependendo das especificações do projeto e do resultado esperado, a contratação de uma loja especializada, que oferece assistência técnica, garantia dos equipamentos e suporte pós-venda, será inevitável. E a regra vale tanto para salas dedicadas quanto para grandes livings, cuja adaptação, muitas vezes, é ainda mais complicada. Na escolha da loja, leve em conta alguns critérios básicos, como a indicação de amigos, a tradição e a confiabilidade das marcas com as quais o instalador trabalha.
Dicas:
* Para poupar tempo e dinheiro, procure definir certas intervenções acústicas, como o rebaixamento do teto em gesso, na fase inicial do projeto.

* Evite deixar os cabos aparentes ou utilizar canaletas externas. Em nome da estética e da segurança, toda a fiação (elétrica e de áudio, vídeo e automação) deve ficar embutida na alvenaria.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

Devem ser entregues a um profissional competente. Para evitar interferências na qualidade de som e imagem em salas multiuso, convém incluir um circuito elétrico exclusivo para o home theater. A iluminação e as tomadas de energia devem ser independentes; o mesmo vale para o ar-condicionado. De disjuntores a fios e cabos, utilize os melhores produtos e marcas que seu orçamento permitir, tomando o cuidado de projetar tudo com certa folga. Esse cuidado vai possibilitar a conexão de mais equipamentos no futuro, ou até a substituição de algum aparelho atual por outro mais potente sem causar danos.

E se você está reformando ou comprando um novo imóvel, certamente, está enfrentando o dilema do novo padrão brasileiro de tomadas. Atualmente, todas as tomadas vendidas nas lojas respeitam o novo padrão, que possui formato hexagonal e configuração geralmente tripolar (dois pinos mais aterramento).

Alguns fabricantes já aderiram ao novo formato, outros ainda estão se adaptando. Portanto, até que todos os eletroeletrônicos da sua casa já tragam cabos de força compatíveis com o novo padrão, o uso de adaptadores será indispensável. Embora essa não seja a solução ideal, procure por modelos das marcas mais conhecidas e tradicionais e verifique a amperagem. Dê preferência aos adaptadores com capacidade para 15A (ampères), que são vendidos nas melhores lojas do ramo.
Dicas:
* O aterramento de todas as tomadas é um item indispensável à proteção do sistema e dos moradores.

* Procure deixar a instalação elétrica preparada para receber sistemas de automação, mesmo se não houver interesse imediato nesse tipo de solução.

* O mesmo vale para as tubulações que vão ligar as caixas acústicas de som ambiente (e TVs, dependendo do projeto) às fontes de áudio e vídeo.

ILUMINAÇÃO

Quando bem planejada, a iluminação permite visualizar corretamente o conteúdo reproduzido pela tela, além de valorizar a arquitetura do espaço nas horas certas. Como a maioria dos sistemas de home theater é instalada no living, a incidência de luz natural merece atenção. O uso de cortinas e persianas blackout nas janelas e vidraças é indispensável, sobretudo em projetos com projetor e telão, mais sensíveis nesse aspecto. Em apartamentos de frente para o mar, os moradores dificilmente aceitam a instalação de cortinas, que podem prejudicar a vista. Nesses casos, é melhor desistir do projetor, que vai acabar exibindo imagens sem contraste (“lavadas”), e optar por um TV de plasma ou LED-LCD. Bem brilhantes, esses modelos são capazes de apresentar imagens nítidas em ambientes com um pouco de luz.
Dicas:
* A iluminação do home theater deve ser suave e indireta, com os pontos de luz sendo projetados para o teto ou para as paredes (e nunca em direção à tela). Essa técnica utiliza luminárias de teto ou de canto, tipo spot ou de sobrepor, normalmente embutidas em sancas de gesso e com foco independente de luz.

* Além de valorizar o ambiente, automatizar as luzes é um recurso extremamente útil, sobretudo em salas multiuso. Melhor ainda se o sistema incluir as chamadas “cenas de iluminação”, coordenando os pontos e a intensidade das luzes para funções específicas, como ver um filme, ler ou receber os amigos.

* Com um sistema de iluminação inteligente, você vai economizar energia e poderá interagir com todos os tipos de lâmpadas, motores (de cortinas, telas elétricas e lifts) e sensores de presença.

ACÚSTICA

Nem sempre a estética é amiga da boa acústica. Embora abusem dos acabamentos, com cores e texturas diversas, as soluções de tratamento acústico não costumam combinar com salas multiuso. E, portanto, devem ser utilizadas com parcimônia e o consentimento do profissional da área e do arquiteto. Para melhorar o isolamento acústico, uma sugestão é incluir paredes adicionais com tijolos maciços e instalar portas/janelas mais grossas com propriedades acústicas. No piso, convém evitar revestimentos frios (mármore, granito, porcelanato).
 Dependendo da superfície recoberta, esses materiais podem deixar a sala muito “viva”, com som estridente. Mas se isso for inevitável, capriche nos móveis e objetos de decoração com características absorventes, que ajudam a promover o equilíbrio acústico. Na lista, estão cortinas grossas, estofados, quadros, tapetes e até painéis de madeira.
Dicas:
* Dependendo do formato da sala, é preciso apelar para intervenções acústicas mais radicais. Em alguns casos, o profissional da área pode recorrer até às “armadilhas de graves” (painéis de material absorvente, desenvolvidos para controlar melhor a propagação das baixas frequências).

* A formação de ondas estacionárias, que realçam ou atenuam determinadas frequências, também pode prejudicar o rendimento sonoro do sistema. Em ambientes onde esse fenômeno é marcante, a contratação de um especialista na área de acústica torna-se indispensável. Só ele poderá indicar as melhores soluções em revestimentos e painéis para resolver esse problema, promovendo o esperado equilíbrio acústico.

EQUIPAMENTOS: ONDE GUARDAR?


O momento ideal para definir quais serão e onde vão ficar os equipamentos, prever a quantidade de caixas traseiras (duas, três ou quatro) e decidir se o home theater também vai alimentar um sistema de som ambiente é durante a fase de reforma da residência. Quando todos esses pontos são discutidos com antecedência, futuros transtornos (e gastos) acabam sendo evitados. Os móveis sob medida são a melhor opção quando se quer aproveitar ao máximo o espaço disponível e elaborar a peça de acordo com o número de aparelhos a serem armazenados. Já os racks levam vantagem na rapidez de entrega, no preço e na praticidade.
Dicas:
* Móveis e racks com rodízios se deslocam de forma mais simples, facilitando a limpeza e o acesso aos cabos e conexões.

* Para evitar o superaquecimento e o desgaste prematuro dos aparelhos, procure acomodar cada item num nicho independente e com medidas ligeiramente maiores do que as dos equipamentos.

* Em tempos de alta definição, não se esqueça de deixar espaço para um decoder de TV paga, um player Blu-ray e um moderno receiver (de preferência já trazendo conexões HDMI compatíveis com sinal 3D).

CAIXAS CERTAS NO LUGAR CERTO

Assim como a tela, o tamanho das caixas acústicas também deve ser proporcional à metragem do ambiente. As compactas, que se dividem em satélites (as menores, com até 25cm de altura) e bookshelf (que costumam chegar até 60cm), costumam se sair bem em ambientes de até 20m2. Com robustos gabinetes e admitindo alta potência, os modelos do tipo torre são capazes de movimentar grandes massas de ar (ideais para preencher áreas mais amplas) e têm mais facilidade para reproduzir (corretamente) os sons graves. O correto posicionamento das caixas (veja no esquema ao lado) é fundamental para se obter uma boa sensação de envolvimento e extrair o melhor desempenho de seu equipamento. As torres e o subwoofer (responsável exclusivamente pela reprodução das baixas freqüências) devem ficar em contato direto com o chão e livres de obstáculos ao redor, que podem prejudicar seu trabalho. No caso das compactas, as opções de instalação aumentam: podem ficar suspensas por suportes, principalmente as menores, ou sobre móveis, racks ou pedestais.
Dicas:
* Para evitar acidentes, esqueça dos pedestais em ambientes com livre acesso de crianças e cachorros de médio porte. Nesses casos, uma opção interessante é embutir as caixas (principalmente as traseiras, que dificultam mais a circulação dos moradores) no forro de gesso. Além do fator segurança, esse cuidado vai deixar o visual da sala mais leve, valorizando o lado estético.

* Cuidado com os excessos. Duas caixas traseiras (sistema 5.1 canais) são suficientes para garantir uma boa sensação de envolvimento em ambientes pequenos e médios.

* Se a instalação do subwoofer no móvel for inevitável, procure providenciar um nicho com fundo falso (em contato com o chão) para essa caixa. Outra sugestão para evitar vibrações é apoiar o sub sobre uma base sólida (mármore, granito).
*Publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

terça-feira, 22 de março de 2011

HOT DICAS - CINEMA


Título Original: Rango
Data de Lançamento: 2011-03-04 Veja outras estreias de Março 2011
Um camaleão que aspira a ser um herói aventureiro encontra-se em uma cidade ocidental assolada por bandidos e é forçado a, literalmente, o papel, a fim de protegê-lo.
Diretor: Gore Verbinski
País: Estados Unidos da América
Última modificação: pabs (2 semanas atrás)
HOT DICAS - CINEMA

HOT DICAS - FILMES
Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme


Título no Brasil: Wall Street O Dinheiro Nunca Dorme
Titulo Original: Wall Street - Money Never Sleeps
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 127 minutos
Ano de Lançamento: 2010

Sinopse

2001. Após cumprir pena por fraudes financeiras, Gordon Gekko (Michael Douglas) deixa a prisão. Impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele dedica seu tempo a realizar palestras e a escrever um livro, onde critica o comportamento de risco dos mercados. Um dia, após uma das palestras, ele é abordado por Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street. Ele vive com Winnie (Carey Mulligan), filha de Gekko que não fala mais com ele, e usa esta proximidade para conseguir sua atenção. Jacob quer conselhos sobre como agir com Bretton James (James Brolin), um grande investidor que fez com que seu mentor, Lewis Zabel (Frank Langella), tivesse que vender sua tradicional empresa por uma ninharia. Gekko decide ajudá-lo, pedindo em troca que Jacob o ajude a se reaproximar de Winnie.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Como organizar uma sala home theater

Uma vez que você tenha decidido onde colocar o seu home theater, você precisa identificar a melhor localização para cada um dos componentes do home theater. Os principais componentes são o CD / DVD / VCD player, o aparelho (TV, projetor), auto-falantes, e receptor AV. Pode ser que você não encontre um receptor AV separado em alguns home theater com sistema caixa [HTIB]. Se você quiser compreender cada componente deste sistema, leia Como Comprar Um Home Theater.
  1. Fatores afetam o desempenho: Os principais fatores que afetam a experiência do home theater são:  
    • O tamanho da sala
    • Acústica da sala
    • Luz ambiente da sala
    • Utilização um sistema de projeção ou uma tela grande de televisão
    • Localização da tela ou TV
    • Disposição dos componentes
  2. Dimensões da Sala. Em primeiro lugar, você deve saber as dimensões da sala, antes de desenhar o layout. Um bom layout é essencial. Selecione uma sala retangular com o mínimo de portas e janelas. Selecione os componentes, de acordo com o tamanho da sala. (Isso será explicado na seção seguinte). Em seguida, organize a sala com uma acústica apropriada, iluminação apropriada e componentes adicionais, para que dê um bom efeito sonoro geral.  
  3. Acústica do home theater. É essencial que se coloque alguns componentes para absorver o ruído na sala. Isso pode ser feito usando cortinas espessas nas janelas / portas, e colocando fotos nas paredes. Você pode pensar em fazer da sala à prova de som se você tiver um grande orçamento. Assegure-se de que o chão está coberto porque chaos sem nenhuma cobertura refletem o som, diminuindo a qualidade do som.  
  4. Iluminação da sala. Lembra como é uma iluminação de uma sala cinema? Você pode seguir o mesmo estilo em seu home theater. Você não precisa deixar completamente escuro. Deixe uma luz fraca. Ela dá uma luz ambiente para a sala. Você pode usar luzes mais escuras para isso. Não coloque a TV ou projetor tela oposto qualquer fonte de luz, principalmente as portas e as janelas.  
  5. Usar TV ou projetor? Se a sua intenção está é assistir simplesmente à TV a cabo, TV por satélite ou VHS, então a televisão é melhor porque quando essas imagens são visualizadas através do projetor, a qualidade muitas vezes não é tão boa como quando você vê-lo em uma televisão. Além disso, projetores de vídeo geralmente não possuem um conector RF como numa televisão. Seu cabo ou receptor de satélite precisa ter conectores s-vídeo ou DVI para conectá-los ao projetor. Projetores são bons para assistir DVDs ou filmes de qualidade. TV cabo / satélite que têm conteúdo de alta definição [HD] também são bons com um projetor. O grande inconveniente de um projetor é o tempo de vida limitado da lâmpada. O custo desta lâmpada é comparativamente elevado. Uma alternativa rentável para o projetor é uma grande televisão de projeção traseira.  
  6. O tamanho certo da TV. Como você vai escolher o tamanho da tela da TV ou o local da tela com relação ao tamanho da sala? Uma regra simples é proporcionar a distância mínima para ver televisão. É o mínimo que você deve manter de distância da TV enquanto assiste. Esta distância é pelo menos duas vezes a largura da tela da TV.  
  7. Disposição dos auto-falantes. Os sistemas de auto-falante 2.1, 5.1, 6.1 e 7.1 são populares. Um sistema de auto-falante 5.1 significa que há 5 canais de som com um auto-falante (subwoofer). O número antes do ponto indica o número de canais de som, e o 1 após o ponto indica o número de auto-falantes (subwoofer) nele. Entre os referidos sistemas, 5.1 é o mais popular hoje em dia. Os formatos comuns de canais digitais múltiplos disponíveis em som surround são Dolby Digital e DTS. São usados para fazer o filme ser escutado tanto em filme como em DVD. Ambos os formatos usam um sistema de som surround de 5.1 canais. Agora vamos ver como os auto-falantes são dispostos em uma sala. Primeiro, coloque a Televisão em um local adequado considerando os fatores mencionados acima. Depois, mantenha o auto-falante central acima ou abaixo da TV. Coloque o par de auto-falantes frontais em ambos os lados da TV. O outro par de auto-falantes são os auto-falantes traseiros e devem ser mantidos atrás de você. Se você tiver dificuldade com a fiação dos auto-falantes traseiros, compre auto-falantes sem fio. Coloque o subwoofer entre os auto-falantes frontais. Você pode ajustar o controle do subwoofer para obter um melhor efeito sonoro na sala. Coloque os auto-falantes de maneira que todos eles fiquem de frente para você ou para a platéia. Não compre alto falantes grandes para uma sala pequena (menos de 100 metros quadrados).  
  8. Assentos da platéia. Disponha os lugares como um arco deixando as distâncias mínimas acima mencionadas. Você pode reposicionar os bancos ou assentos, a fim de tornar toda a experiência mais confortável. Existem assentos de tecido e couro especiais para Home Theater.  
  9. Obtenha ajuda profissional. Se você está instalando um grande home theater, é melhor buscar ajuda profissional. Um técnico irá ajudá-lo a comprar os componentes, organizar a sala, configurar a acústica e organizar os outros componentes, sua conexão, etc. Isso pode evitar dores de cabeça! 
  10. Leia com atenção os manuais. Mesmo que você entenda sobre o home theater (mesmo se você for um perito!), Você deve ler e compreender os manuais dos componentes antes de tentar fazer alguma coisa.

Não hesite em consultar um técnico qualificado em caso de qualquer dúvida. A consulta tem custo muito menor do que o custo do estrago de qualquer componente.
Tratamento Acústico para Home Theater, parte 1

Esqueça aquelas dicas práticas cheias de medições, comprimentos de onda, taxas de reverberação, ondas estacionárias e terminologias técnicas similares. O que todo mundo precisa, na hora de acertar o som de sua sala, é de um método simples e prático ? de preferência sem cálculos matemáticos ? para melhorar o rendimento sonoro de seu equipamento. Claro, é preciso entender alguns conceitos acústicos básicos, mas especialmente para quem tem um home theater as soluções são bem mais fáceis do que se imagina.



A maioria dos especialistas concorda com um antigo conceito de áudio chamado live end/dead end. Tradução livre: lado vivo/lado morto. Um espaço vivo é aquele onde há muitas superfícies duras, reflexivas, como pedras, mármores e vidros. Espaço morto seria aquele onde há muito material absorvente, como estofados, tapetes, grossas cortinas de tecido, etc. Para home theater, em geral é melhor quando o lado morto está na frente da sala, junto à tela e às caixas acústicas frontais, enquanto a parte de trás ? próximo ao sofá e às caixas surround ? seria, de preferência, o lado vivo. Mantendo o lado da frente com maior nível de absorção, consegue-se melhor posicionamento dos sons, ou seja, é possível identificar com maior naturalidade os sons que vêm da esquerda, do centro ou da direita. Na parte traseira da sala exige-se exatamente o oposto: o som deve ser o mais difuso possível, para acentuar a sensação de envolvimento.



Tudo é muito fácil, então, certo? Bem, não exatamente. Não basta colocar todos os estofados perto da estante e encher aquele espaço de grossos tapetes, até porque é preciso observar o layout geral da sala. Como tudo em áudio, o problema está nas variáveis envolvidas, ou em até que ponto você deseja o seu ambiente vivo ou morto. De modo geral, pode-se afirmar que ambientes com maior absorção são mais indicados para filmes, mas tornam a reprodução musical fria e sem vida. Deixando a área frontal mais viva geralmente se consegue sentir melhor a delicadeza da música, principalmente a percussão e os instrumentos acústicos. Já para filmes esse recurso pode simplesmente destruir a precisão dos efeitos sonoros. Tudo, como se vê, é uma questão de equilíbrio.



Felizmente para quem quer extrair o máximo do seu equipamento, já existem formas de se conseguir tal equilíbrio. Pode-se, por exemplo, adquirir painéis acústicos que, colocados em pontos estratégicos da sala, ajudam a absorver e/ou difundir o som. Existem vários produtos desse tipo, e os fabricantes em geral oferecem também consultoria sobre a melhor forma de empregá-los. Se você tiver condições de aplicar revestimentos acústicos em sua sala ? o que implica investir tempo e dinheiro nisso ? ótimo: um bom projeto se encarregará de fazer de seu ambiente um espaço equilibrado. Há, porém, uma dificuldade inerente a esses produtos: é preciso casá-los bem com a decoração, e nem sempre o que fica mais bonito é o mais recomendável acusticamente.



Você pode também melhorar a acústica de sua sala utilizando os próprios itens da decoração, como estofados, tapetes, estantes, cortinas e até quadros nas paredes. Mas, de uma ou de outra forma, é importante entender como funciona a circulação das ondas sonoras pelo ambiente, o que vale tanto para home theater como para salas de música. O primeiro conceito a ser entendido é que o som que se ouve não vem apenas das caixas acústicas, embora estas sejam a fonte acústica principal. Ao sair das caixas, o som reflete em todas as superfícies (piso, teto e paredes) e também ao rebater em móveis e demais objetos. Dependendo do tipo de material de cada superfície, esse fenômeno resulta em reverberação ou ecos (quando são materiais reflexivos) ou então em amortecimento do som (quando se trata de superfícies absorventes).



Com algum cuidado e paciência, você pode controlar tanto as reflexões como o amortecimento, e isso em todo o espectro sonoro, ou seja, nos graves como nos médios e nos agudos. Cada material tem suas características acústicas. Cortinas de veludo, por exemplo, são tidas como altamente absorventes, mas na verdade só são eficientes para amortecer as freqüências médias e altas (agudos); nos graves, essas cortinas têm pouca influência. O desempenho acústico de seu equipamento vai depender, portanto, da correta adequação entre os vários materiais existentes na sala (além, é claro, da boa qualidade dos aparelhos em si).


Tratamento Acústico para Home Theater, parte 2

Se você optar pelos revestimentos acústicos, é bom prestar atenção em alguns detalhes. Os painéis acústicos variam em altura e largura, mas a medição mais importante é a espessura. Quanto mais espessos, mais baixa a freqüência a partir da qual irão atuar (as baixas freqüências são as mais difíceis de controlar). Esses painéis costumam ser aplicados sobre uma ou mais paredes, mas sua eficiência aumenta se forem afastados da parede, montados em suportes de chão, por exemplo.
Em geral, os painéis acústicos absorvem mais as altas freqüências, e quando não são muito espessos (até 2) tendem a reduzir sua área de atuação, praticamente não absorvendo nada na região de médios. Isso pode acentuar os diálogos dos filmes e os vocais na música, prejudicando o envolvimento sonoro. O problema é que, aumentando a espessura do painel, pode ocorrer maior direcionalidade nessas superfícies, chamando a atenção do ouvinte para o painel em si, o que não é desejável.



Audiófilos têm a tentação de reproduzir em casa o ambiente dos estúdios de gravação, onde se costuma usar camadas de espuma absorvente do tipo Sonex para tornar o ambiente acusticamente mais neutro. Mas, numa sala de home theater, por exemplo, isso pode matar a acústica absorvendo exageradamente os agudos. Uma alternativa são os painéis difusores, que refletem diversas freqüências sonoras em várias direções, o que geralmente funciona bem nos canais traseiros.
No entanto, quem não quer utilizar revestimentos em sua sala deve, no mínimo, escolher apropriadamente as peças de decoração que auxiliem no tratamento acústico. Se o piso é de pedra, por exemplo, convém cobri-lo com um tapete espesso para diminuir as reflexões. Se há uma janela de vidro, o ideal é utilizar sobre ela uma cortina de tecido pesado, evitando persianas sintéticas. Melhor ainda se for possível colocar na parede oposta um panô de tecido natural, para ajudar na absorção. Outro recurso interessante é colocar numa das paredes uma estante grande com livros, pois estes também atuam como absorventes acústicos.
Sofás e poltronas devem, de preferência, ser de tecidos encorpados ou couro natural, nunca de material sintético (neste último caso, a solução é cobrir o sofá com uma capa de tecido grosso). Pisos e móveis de madeira devem ser escolhidos com cuidado, pois também atuam acusticamente. No caso do piso, os já citados tapetes são a melhor alternativa. Já os móveis, principalmente quando envernizados, devem ser cobertos com algum tipo de tecido. Por sua vez, peças metálicas são altamente reflexivas e, em geral, não combinam com uma boa acústica. A menos que haja na sala uma boa quantidade de materiais absorventes para compensar.
Nada disso funciona, porém, se você não utilizar seus próprios ouvidos para conferir os resultados. A melhor forma de chegar a uma boa acústica é experimentar, inclusive mudando objetos (e até mesmo as caixas acústicas) de posição até atingir o ponto ideal. Os graves são o item crítico, nesse ponto. As baixas freqüências espalham-se em todas as direções e devem, idealmente, ser percebidas igualmente em qualquer ponto da sala. Como já foi dito, os graves são também difíceis de absorver, de modo que é preciso testar o subwoofer em diversas situações para obter seu melhor rendimento. Se seu problema, por outro lado, está nos canais de surround, talvez seja o caso de mudar a posição das caixas traseiras.
Claro que tudo exige paciência e pelo menos algumas sessões de audição cuidadosa. Mas não há outra maneira de ajustar a acústica de qualquer sala. E, pensando bem, você tem alguma coisa mais agradável para fazer hoje?

sexta-feira, 18 de março de 2011

O QUE FAZER QUANDO O ESPAÇO É MÍNIMO OU MENOR QUE 3X3mt

bem sendo realista não é todo mundo que tem uma sala que possa ser dedicada a montagem de um home theater, quando não resta nenhuma opção vale o bom senso.
uma sala de no máximo 2x3mt não pode ser carregada de equipamentos, primeiro por falta de espaço, segundo pela lógica da estética 
então o aconselhável é pesquisar sistemas in a box (integrados) ou receivers bons com potências menores ex:

Denon AVR.391 na média R$:990,00 mercado livre

Alta Resolução Som Surround
Para a última experiência de som surround, o AVR-391 apresenta uma grande variedade de decodificadores de alta definição de áudio, incluindo Dolby TrueHD eDTS-HD Master Audio, assim como Dolby Pro Logic IIx, que oferece música, cinema e modos de jogo.

HDMI 1.4a Inclui 3D Compatibilidade Blu-ray
Equipado com 4 entradas HDMIo AVR-391 inclui o mais recente especificaçãoHDMI 1.4a, com suporte a 3D pass-through (Broadcast e Blu-ray).

Qualidade Amplificador Power Discrete
O projeto ampères igual poder tem 5 encontrados Discretos circuitos de energiaecada canal é avaliado em 75 Watts (8 ohms20 Hz a 20 kHz0,08% THD).

3,5 milímetros painel frontal entrada de áudio
Para desfrutar plenamente a sua favorita faixas de áudio portátil, o AVR-391 possui uma tomada estéreo de 3.5mm convenientes no painel frontalque permite a conexão rápida e fácil ao seu dispositivo de áudio portátil. Eexclusivo comprimidoo AVR-391 da Denon possui Áudio função restauradorque completamente re-constrói a faixa de freqüência de áudio completo, restaurando a perda de detalhes de alta freqüência para o equilíbrio mais natural e acreditável tonal.

em seguida indico o mesmo set de caixas que eu postei na matéria anterior caixas até 3,000
outra opção viável pra quem não quer mesmo gastar um pouco mais, é comprar um sistema in a box como esse abaixo


Onkyo - HTS5200 

 

o melhor preço do mercado segue o link Hot dicas:
http://www.fastshop.com/HOME-THEATER-71-CANAIS-1200W-RMS--5-CONEXOES-HDMI--SPEAKER-AB--CONEXAO-COM-IPODS--ACABAMENTOS-EM-BLACK-PIANO---ONKYO---HTS5200,product,DSHTS5200,0.aspx

sobre a TV a Hot dica pra tamanhos de salas menores ou igual a 3x3mt são
SONY KDL-EX505 40¨LCD prefiro esse modelo pois o tenho é acho muito bom

Viera Panasonic - TCL37D20B


Sony EX505 - KDL40EX5051 

são dois ótimos televisores, tenho esse modelo Sony e posso dizer que é o melhor custo benefício do mercado no momento

segue os links com a melhor oferta pra comprar

HOT LINKS:

http://www.fastshop.com/TV-MONITOR-LCD-BRAVIA-40-FULL-HD-COM-CONVERSOR-DIGITAL-INTEGRADO--MOTIONFLOW-120HZ--INTERNET-VIDEO--DLNA--4-HDMI---SERIE-EX505-SONY---KDL40EX5051,product,SOKDL40EX5051,0.aspx

http://www.fastshop.com/TV-MONITOR-LED-LCD-37-FULL-HD-COM-CONVERSOR-DIGITAL-INTEGRADO--120HZ-MOTION-PICTURE-PRO-4--VIERA-CAST--SKYPE--LEITOR-DE-CARTOES-SD--REPRODUCAO-DE-VIDEOS-EM-ALTA-DEFINICAO--3,product,PATCL37D20B,0.aspx

em breve + matérias e novidades sobre novas tecnologias


quinta-feira, 17 de março de 2011


HOT DICAS - CONJUNTO DE CAIXAS PARA HOME THEATER ATÉ 3,000 REAIS
CAIXA HOME THEATER BOOKSHELF
PRIMUS II P163

er Range: 10 - 150 watts
Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB
Nominal Impedance: 8 ohms
Crossover Frequenc
Recommended Power Amplifier Range: 10 - 150 watts
Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB
Nominal Impedance: 8 ohms
Crossover Frequency(ies): 3,000Hz; 24dB/octave
Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD®
High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD®

Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm)
Weight: 8kg
Finish: Black
y(ies): 3,000Hz; 24dB/octave
Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD®
High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD®

Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm)
Weight: 8kg
Finish: Black

Recommended Power Amplifier Range: 10 - 150 watts
Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB
Nominal Impedance: 8 ohms
Crossover Frequency(ies): 3,000Hz; 24dB/octave
Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD®
High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD®

Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm)
Weight: 8kg
Finish: Black

o preço dessa caixa no mercado livre está na média de R$:290,00 unidade comprando o par total: R$:580,00

CAXA CENTRAL INFINITY PRIMUSS II PC 351
ESPECIFICAÇÕES:

Three-way center-channel loudspeaker
Dual 5 1/4" (133mm) MMD® low-frequency drivers
Dual 3" (75mm) MMD midrange driver
3/4" (19mm) MMD high-frequency driver
Five-way binding posts
Legendary Infinity® engineering . speaker components seamlessly work
together as an integrated system
Extremely low resonance enclosures . hear music exactly as it was
recorded
Tweeter waveguides improve on-and-off-axis high-frequency response
Precision crossover networks
Patented MMD transducers significantly improve cone performance,
providing ideal rigidity and resistance to precision sound across the
entire spectrum

General
Frequency Response (+/-3dB) 80Hz - 20kHz
Recommended Power Amplifier Range 10 - 150 watts
Sensitivity (2.83V @ 1m) 91dB
Nominal Impedance 8 ohms
Crossover Frequency(ies) 650Hz, 2,800Hz; 24dB/octave
Low-Frequency Driver Dual 5-1/4" (133mm) MMD®
Midrange Driver Dual 3" (75mm) MMD®
High-Frequency Driver 3/4" (19mm) MMD®
Dimensions
(H x W x D) 7-3/8" x 23-7/8" x 9-1/4"
(187mm x 606mm x 235mm)
Weight 25 lb (11.4kg)
Finish Black Wood-Grain Enclosure


o preço dessa caixa no mercado livre é de R$:450,00 reais unidade 


SUBWOOFER VELODYNE IMPACT SERIES!

TENHA EM CASA UM SUBWOOFER DA MARCA MAIS RESPEITADA DO MUNDO NO SEGMENTO!

GARANTIA DE QUALIDADE E POTENCIA PARA SEU FILME OU SHOW!!

TRABALHAMOS COM OUTROS PRODUTOS NA LINHA DE HOME THEATER, CONSULTE-NOS!


Impact Series é composta por 3 modelos de subwoofers, com design elegante e acabamento em black ash que ajusta facilmente a decoração dos ambientes.

Sua profundidade sonora dá vida aos mais belos filmes e música, com um custo surpreendente para sua categoria!

O modelo Impact 10 caracteriza-se por possuir saída de ar desenhada especialmente para maximizar a performance, evitando ruídos e distorções.



ESPECIFICAÇÕES:

Amplifier : 250 watts Dynamic / 150 watts RMS Power

Woofers : 10" (24.5 cm) forward firing (8.2" piston diameter)

Magnet Structure : 2,5 kg

Frequency Response : 32 - 140 Hz +/- 3 dB

Voice Coil : 2" dual layer copper-wound

Cone : Coated Fiber Cone

High Pass Crossover : Full range

Low Pass Crossover : 50 Hz - 200 Hz

Cabinet Design : Acoustically neutral, down-firing ported

Outputs : Stereo, left and right, speaker level

Inputs : RCA Line Level, LFE, and Speaker Level inputs

Phase : 0º or 180ºv
Auto On/Off : Yes

Removable Grille : Yes

LED Power Indicator : Yes

Shipping Weight (approx) : 13,6 kg

Finish : Black ash

Dimensions (L x A x P) : 32,4 x 34,9 x 36,6 cm
  


o preço desse subwoofer no mercado livre é de R$: 1.290,00 reais

TOTAL DA LISTA DE COMPRAS
2 pares de caixas Primus II p163 linha 2011 usado como 2 Frontais + 2 surrounds
total de R$:1,080,00 reais
1 caixa central modelo Primus II pc 351
total de R$: 450,00
1 SUBWOOFER Velodyne Impact 10 250Wrms 
total de R$: 1,290,00
TOTAL DA COMPRA : R$: 2,820,00 reais

com esse investimento já pode se considerar que você terá uma verdadeira sala de cinema com áudio profissional
essas caixas são consideradas no mundo o melhor custo benefício que existe.
com toda a certeza meu proxímo upgrade ou será esse conjunto ou de uma conceituada marca chama KEF



Um guia para comprar (bem) suas caixas acústicas

16/07/2009, por Alex dos Santos e Orlando Barrozo

· Som agradável aos ouvidos, com graves, médios e agudos equilibrados, sem provocar cansaço auditivo;
· Identificação clara dos sons dos filmes (diálogos, música e efeitos);
· Envolvimento sonoro, como se o ouvinte fosse transportado para dentro da cena;
· Pouca ou nenhuma distorção quando o volume aumenta de repente (numa explosão, por exemplo);
· Graves precisos, não abafados, se espalhando pela sala de modo uniforme e realçando o impacto dos efeitos sonoros;


As características acima são o sonho de todo usuário de caixas acústicas. Mas, se você não pode (ou não pretende) investir em caixas de padrão high-end; nem quer se arriscar com modelos compactos e/ou baratos demais, as caixas bookshelf podem ser a solução que você procura. Em geral, elas se dão bem na maioria dos ambientes: ocupam pouco espaço e podem proporcionar uma qualidade de áudio bem próxima das caixas torre – que são, ainda, a melhor referência no assunto.
Hoje em dia, há uma forte tentação de se procurar os sistemas integrados de home theater, que vêm com 5 ou 7 caixas já combinando com o DVD e o receiver. Mas, em geral, seu desempenho não se compara ao das caixas escolhidas a dedo para o ambiente. Cada sala possui características específicas, e cada usuário tem seu gosto, de modo que para ter um ótimo sistema é preciso harmonizar os diversos componentes.


Medindo entre 22 e 60cm de altura, as caixas bookshelf têm esse nome porque são desenhadas para caber em móveis ou estantes – embora, na maioria dos casos, seu desempenho cresça quando montadas em pedestais. Antes da escolha, é recomendável examinar a caixa acústica visualmente. Acabamento, tipo de construção, materiais empregados, tudo isso conta muito. Mostra o cuidado do fabricante.

O gabinete de madeira (ou pelo menos em MDF) indica capricho no projeto da caixa, pois sabe-se que esse material continua insubstituível na reprodução sonora. Recentemente, alguns fabricantes passaram a utilizar plástico ABS de alta rigidez, para modelos bookshelf e até os do tipo torre, e vêm conseguindo melhorar o desempenho. O diâmetro e o acabamento do alto-falante de graves (woofer) mostram se a caixa tem condições de produzir graves firmes e controlados. Quanto melhor o acabamento dos falantes, melhor o padrão da caixa. Rigidez e firmeza dos conectores são outros pontos que devem ser levados em conta.

 

A maioria das caixas bookshelf à venda no Brasil aceita potências entre 70W e 125W, o que dá conta de uma sala de tamanho médio (até 30m2). Mas a potência é apenas um parâmetro, que deve ser casado com a potência de saída do receiver (ou amplificador). Se a especificação diz que a potência admissível da caixa é de 100W, ela não deve ser usada com um receiver que libere muito mais do que isso em cada canal, o que provocaria distorções no som e até a queima dos falantes.
Mas o contrário às vezes funciona: um receiver de baixa potência pode ser usado com caixas de potência mais alta, desde que estas tenham boa sensibilidade (acima de 90dB). E nunca é demais repetir: potência alta significa apenas mais volume (ou pressão sonora), não necessariamente melhor qualidade de áudio.


Regra geral, caixas bookshelf devem ficar a uma altura de aproximadamente 1m20 do chão, de preferência montadas sobre pedestais firmes, pois estes absorvem as vibrações dos alto-falantes (alguns fabricantes de caixas produzem também os pedestais, já desenhados para acompanhá-las). Caso não haja espaço para isso, as caixas podem ser instaladas em nichos no móvel, ou sobre o rack que acomoda os demais aparelhos. Neste caso, é bom observar a rigidez do rack, que precisa suportar com folga o peso de todos os equipamentos. Importante, em qualquer caso, é que a caixa não fique “espremida” no móvel, entre livros e outros objetos que abafem e/ou dificultem a dispersão do som; deixe livres pelo menos 10cm de cada lado da caixa.



Independente de adotar rack ou pedestal, você deve observar bem as distâncias entre as caixas acústicas de seu home theater para obter delas o melhor rendimento. Um sistema básico (5.1 canais) é composto de cinco caixas mais subwoofer. O posicionamento correto exige uma distância de pelo menos 2 metros entre as caixas frontais direita e esquerda, com a central colocada exatamente no meio das duas, junto ao TV. Essas três caixas reproduzem os sons mais importantes do filme, que são direcionados para a área central do ambiente. O mau posicionamento implica em perda significativa do chamado palco sonoro, que é o que dá a sensação de envolvimento.
A mesma noção de posicionamento vale para as caixas traseiras, mas com uma diferença: estas servem para dar a ambientação dos efeitos surround dos filmes, que são mais difusos do que os sons principais, concentrados na área frontal da sala. Por isso, em alguns casos admite-se que as caixas surround fiquem em posição mais alta (a 1m60 do piso), ou até nas paredes laterais (caso dos modelos chamados dipolares).



Como no caso da potência, as especificações fornecidas pelos fabricantes servem apenas de referência sobre o desempenho de uma caixa acústica. Mas devem ser lidas com cuidado. A mais importante especificação é a chamada resposta de freqüência, que determina a variedade de sons (graves, médios e agudos) que a caixa é capaz de reproduzir. No caso das bookshelf, essa variação fica na faixa entre 40Hz e 20kHz (ou 20.000Hz), que teoricamente é o som mais agudo que o ouvido humano consegue captar. Só que, na prática, raríssimas caixas cobrem toda essa gama de freqüências. Na especificação, o fabricante deve informar qual foi o nível de distorção medido durante os testes. Admite-se até 3dB de distorção (para mais ou para menos), ou seja, o som emitido pela caixa baixou no máximo 3 decibéis ao atingir as extremidades do espectro sonoro. Isso significa que a reprodução foi homogênea: não houve grandes variações na reprodução dos graves, nem dos médios e dos agudos.
 
ALGUMAS MARCAS À VENDA NO BRASIL*
MARCA
SITE ORIGINAL 
DISTRIBUIDOR
BSA 
BOSTON ACOUSTICS
B&W 
CABASSE 
DEFINITIVE TECHNOLOGY
JAMO 
PARADIGM
POLKAUDIO
PSB
PURE ACOUSTICS 
*Fabricantes de caixas bookshelf que têm distribuição oficial no País