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quarta-feira, 23 de março de 2011

Turbine o som do seu Blu-ray

22/11/2010, por Por Alex dos Santos
 
É comum vermos todos os meses, na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL, ambientes equipados com produtos de áudio sofisticados, que privilegiam a boa reprodução sonora. Para complementar a sensação de envolvimento e imersão obtida diante de uma tela grande, é imprescindível contar com equipamentos que possam “traduzir” com fidelidade a trilha de áudio incorporada à cena.
Essa trilha pode ser intensamente musical, ou produzida com efeitos especiais impactantes, gravada nos avançados formatos Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio e DTS-HD High Resolution.
 As diferenças entre esses e outros padrões de áudio doméstico, você pode conferir neste artigo. Mas como aproveitar melhor o som dos filmes com os equipamentos que tenho? Que formato de áudio escolher quando uso o Blu-ray? São perguntas como essas, feitas por muitos consumidores de players de Blu-ray, que chegam constantemente à redação. E mais uma vez, nossa equipe foi atrás das respostas. Confira!

BLU-RAY PLAYER + MINISYSTEM ESTÉREO
Por conta da conhecida limitação de áudio dos televisores, estes devem assumir apenas o papel de “monitor” no sistema e nunca servir de reprodutor de áudio. A conexão do TV com o player deverá ser feita por meio de cabo HDMI, para contemplar a exibição das imagens Full-HD dos filmes. Na parte de áudio saiba que aquele modesto sistema de áudio estéreo – composto por um minisystem com duas caixas acústicas – será sempre superior aos pequenos alto-falantes dos TVs.

Ao adquirir ou alugar filmes e shows musicais, é possível ver na embalagem logotipos referentes ao tipo de áudio gravado na trilha daquele título. Para saber qual escolher durante a reprodução, primeiro é preciso entender que, independente do formato de som escolhido, ele sempre terá seu desempenho condicionado ao sistema de áudio. De nada adianta escolher no menu do disco formatos multicanal Dolby Digital 5.1 e DTS ou pressionar a tecla AUDIO no controle remoto para se encontrar outro modo surround, se o equipamento reproduz apenas áudio estéreo.

Neste caso, a configuração de áudio no menu/setup do player deverá ser ajustada como “áudio PCM” e não Bitstream. Essas opções são encontradas em qualquer Blu-ray player. Feito isso, selecione no disco uma trilha de dois canais, que pode ser PCM (Pulse Code Modulation) ou Dolby Digital 2.0. O PCM é garantia de melhor qualidade, uma vez que não oferece compressão do sinal de áudio (como ocorre com o Dolby Digital) e, conseqüentemente, perda de detalhamento sonoro. Só para lembrar, é também o mesmo usado nos CDs de música (Compact Disc) e o único a ser conduzido pelas conexões estéreo analógicas.

Vimos que muitos títulos trazem o áudio original apenas com os processamentos Dolby TrueHD, DTS-HD Master Audio ou mesmo Dolby Digital 5.1, restando ao player convertê-los em PCM 2.0 para enviar a um minisystem estéreo. Além de analógicas (RCA), alguns minisystems podem vir com entrada digital óptica ou coaxial, mas a configuração no player em PCM não precisa ser alterada.

BLU-RAY PLAYER + SISTEMA IN-A-BOX
Em kits in-a-box que não possuem leitor de discos Blu-ray, o player deverá ser conectado preferencialmente na entrada digital óptica ou coaxial. O motivo: aproveitar o processamento Dolby Digital e DTS presente nos filmes. A configuração no menu/setup do player deverá ficar em Bitstream, para que as informações codificadas no disco possam ser lidas pelo aparelho e enviadas, via conexão digital, a um HTB. Este ficará responsável por decodificar os sinais e amplificá-los para todas as caixas do sistema. Mesmo que a escolha no menu dos discos seja por um formato de áudio HD, como Dolby TrueHD e DTS-HD, devido ao uso da conexão digital óptica ou coaxial o player irá liberar o sinal sempre como Dolby Digital e DTS respectivamente.

Alguns players de Blu-ray contam com mais uma opção de ajuste, além do PCM e do bitstream, que é o chamado Bitstream Re-Encode ou DTS Digital Out. Este permite àqueles que possuem sistemas in-a-box ou receiver antigo (sem HDMI) de ouvir parte da qualidade sonora dos avançados processamentos de áudio, por meio da conexão digital óptica ou coaxial. Isto é possível porque o player que traz essa opção de ajuste é capaz de ler esses formatos HD, sejam eles Dolby TrueHD ou DTS-HD, e convertê-los em DTS convencional, porém, com uma qualidade sonora ligeiramente superior.

BLU-RAY PLAYER + RECEIVER ANTIGO (SEM HDMI)
Embora o formato Blu-ray tenha aterrissado no Brasil há três anos, boa parte dos entusiastas de home theater ainda tem em casa receivers antigos, que não trazem tomadas HDMI. A reprodução de todos os formatos de áudio dependerá das características do player de Blu-ray a ser usado no sistema.
Se o aparelho for como a maioria dos modelos à venda no mercado, que possui capacidade de leitura dos formatos HD e não é capaz de decodificá-los, a ligação com um receiver antigo deve ser feita via conexão digital óptica ou coaxial. O áudio a ser reproduzido no sistema pode ser tanto Dolby Digital quanto DTS, de acordo com o formato HD escolhido quando presente no disco. A exceção ocorre se o player oferecer as opções Bitstream Re-Encode ou DTS Digital Out, onde qualquer processamento de áudio HD poderá ser ouvido em DTS de melhor qualidade.

O segundo caso é o de Blu-ray players com capacidade de decodificação dos formatos de áudio HD. Esses aparelhos incluem sempre saídas multicanal analógicas de 5.1 ou 7.1 canais para serem conectadas, via cabo RCA, diretamente às entradas correspondente no receiver. Na parte de áudio do menu/setup do player deve ser selecionada a opção PCM Multi, uma vez que os sinais de áudio decodificados serão enviados nesse formato para o receiver. Além disso, os ajustes de tipo de caixa e nível de volume passam a ser realizados no menu do player.

A vantagem de se usar um player com decoder embutido é que qualquer formato de áudio HD disponível no disco poderá ser reproduzido no sistema. Esse tipo de Blu-ray é comumente encontrado em lojas especializadas em home theater, sendo facilmente identificados pela presença de seis (5.1CH) a oito (7.1CH) conectores RCA vermelho e branco na parte traseira do aparelho.

BLU-RAY PLAYER + RECEIVER COM HDMI
Essa é a configuração ideal para quem pretende deleitar-se com o som de melhor qualidade dos filmes em Blu-ray. Quando se usa um receiver dotado dos avançados processadores HD, não há complexidade de ajustes e tão pouco de conexões. Basta selecionar no menu/setup do player a opção de áudio Bitstream e pronto. Todos os formatos disponíveis nos discos serão facilmente reproduzidos e terão sua qualidade sonora bem explorada pelo sistema. É possível ainda que algumas pessoas tenham receivers com terminais HDMI de versão antiga e sem os processadores HD. Para essa situação, caso o BD player traga decoders embutidos não será necessário o uso de seus terminais analógicos multicanal. É só ligar um cabo HDMI até o receiver, alterar o menu/setup do player para PCM Multi e desfrutar da qualidade superior dos formatos de áudio HD.

QUAL FORMATO USAR?
Um disco Blu-ray possui capacidade de armazenar de 25GB a 50GB de informações. Além da resolução de imagem Full-HD (1920x1080p), um único filme pode conter trilhas gravadas em até quatro diferentes formatos de áudio. Os mais comuns são Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio, DTS-HD High Resolution, PCM Multicanal, além do Dolby Digital 5.1, DTS e PCM estéreo.

Alguns títulos podem trazer informações para dois canais de surround adicionais, tornando-se compatíveis com a nova geração de receivers em sua maioria de 7.1 canais. A melhor opção de áudio é o PCM Multicanal, por ser um formato de áudio puro e que não oferece compressão de sinal. Ele era mais comum nos primeiros filmes em Blu-ray e, aos poucos, vem perdendo espaço para os formatos de compressão sem perdas Dolby TrueHD e DTS-HD Master Audio.
A resolução de áudio desses formatos HD da Dolby e da DTS é no mínimo quatro vezes superior ao Dolby Digital e DTS convencional, o que resulta em um nível de detalhamento sonoro muito mais apurado. Já os formatos Dolby Digital Plus e DTS-HD High Resolution também realizam a compressão do sinal de áudio multicanal, ao mesmo tempo em que proporcionam uma certa perda de qualidade. 

E lembre-se: não é preciso ter um sistema de áudio sofisticado e uma grande sala para que as diferenças entre os modernos processamentos HD e os tradicionais DD e DTS sejam perceptíveis. É evidente, porém, que a combinação de receiver e conjunto de caixas acústicas de boa performance, certamente, resultará em uma experiência significativamente mais envolvente com maior riqueza de detalhes em toda a faixa de frequências.
*Texto publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL
Textos Relacionados:

Um roteiro para montar seu home theater

14/02/2011, por Eduardo Bonjoch*
Muitos brasileiros trocaram de TV no final de ano e agora estão descobrindo um novo mundo de som e imagem. Aos poucos, foram percebendo que aquele televisor quase auto-suficiente é, na verdade, apenas uma das peças indispensáveis no processo de transformação da sala de TV num verdadeiro e inigualável home theater. E nesse momento começam as dúvidas: qual o melhor local para montar o sistema? Onde devo acomodar todos os equipamentos? Qual a melhor forma de controlar a iluminação do ambiente? Que cuidados devo tomar na parte elétrica e na acústica? A seguir, um roteiro passo-a-passo.

A ESCOLHA DO AMBIENTE
Pode ser um living, uma sala dedicada ou até um segundo ambiente adaptado. Definir o local ideal para acomodar o home theater vai depender do espaço disponível na residência e, claro, das suas expectativas. Como regra geral, qualquer cômodo, com mais de 10m2, pode abrigar o sistema de áudio e vídeo. Por ser quase sempre o maior cômodo da casa, o living leva vantagem (até mesmo em relação à acústica) e permite acomodar um número maior de espectadores. Além disso, ao receber os equipamentos, essa área ganha uma nova função, deixando o espaço mais concorrido.

Se, por um lado, instalar o home theater no living pode ser uma saída bem interessante, por outro, exige vários cuidados técnicos. Diferente de uma sala dedicada exclusivamente às sessões de filmes (que é a solução ideal, mas quase sempre impraticável), áreas multiuso costumam ser utilizadas para atividades diferentes. O living, por exemplo, quase sempre abriga o home theater, mas também precisa ser projetado para receber os amigos, servir refeições, e assim por diante. E, aqui, não vale a pena se iludir: montar uma sala destinada a tantas atividades, inevitavelmente, vai exigir algumas concessões.

Dependendo das especificações do projeto e do resultado esperado, a contratação de uma loja especializada, que oferece assistência técnica, garantia dos equipamentos e suporte pós-venda, será inevitável. E a regra vale tanto para salas dedicadas quanto para grandes livings, cuja adaptação, muitas vezes, é ainda mais complicada. Na escolha da loja, leve em conta alguns critérios básicos, como a indicação de amigos, a tradição e a confiabilidade das marcas com as quais o instalador trabalha.
Dicas:
* Para poupar tempo e dinheiro, procure definir certas intervenções acústicas, como o rebaixamento do teto em gesso, na fase inicial do projeto.

* Evite deixar os cabos aparentes ou utilizar canaletas externas. Em nome da estética e da segurança, toda a fiação (elétrica e de áudio, vídeo e automação) deve ficar embutida na alvenaria.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

Devem ser entregues a um profissional competente. Para evitar interferências na qualidade de som e imagem em salas multiuso, convém incluir um circuito elétrico exclusivo para o home theater. A iluminação e as tomadas de energia devem ser independentes; o mesmo vale para o ar-condicionado. De disjuntores a fios e cabos, utilize os melhores produtos e marcas que seu orçamento permitir, tomando o cuidado de projetar tudo com certa folga. Esse cuidado vai possibilitar a conexão de mais equipamentos no futuro, ou até a substituição de algum aparelho atual por outro mais potente sem causar danos.

E se você está reformando ou comprando um novo imóvel, certamente, está enfrentando o dilema do novo padrão brasileiro de tomadas. Atualmente, todas as tomadas vendidas nas lojas respeitam o novo padrão, que possui formato hexagonal e configuração geralmente tripolar (dois pinos mais aterramento).

Alguns fabricantes já aderiram ao novo formato, outros ainda estão se adaptando. Portanto, até que todos os eletroeletrônicos da sua casa já tragam cabos de força compatíveis com o novo padrão, o uso de adaptadores será indispensável. Embora essa não seja a solução ideal, procure por modelos das marcas mais conhecidas e tradicionais e verifique a amperagem. Dê preferência aos adaptadores com capacidade para 15A (ampères), que são vendidos nas melhores lojas do ramo.
Dicas:
* O aterramento de todas as tomadas é um item indispensável à proteção do sistema e dos moradores.

* Procure deixar a instalação elétrica preparada para receber sistemas de automação, mesmo se não houver interesse imediato nesse tipo de solução.

* O mesmo vale para as tubulações que vão ligar as caixas acústicas de som ambiente (e TVs, dependendo do projeto) às fontes de áudio e vídeo.

ILUMINAÇÃO

Quando bem planejada, a iluminação permite visualizar corretamente o conteúdo reproduzido pela tela, além de valorizar a arquitetura do espaço nas horas certas. Como a maioria dos sistemas de home theater é instalada no living, a incidência de luz natural merece atenção. O uso de cortinas e persianas blackout nas janelas e vidraças é indispensável, sobretudo em projetos com projetor e telão, mais sensíveis nesse aspecto. Em apartamentos de frente para o mar, os moradores dificilmente aceitam a instalação de cortinas, que podem prejudicar a vista. Nesses casos, é melhor desistir do projetor, que vai acabar exibindo imagens sem contraste (“lavadas”), e optar por um TV de plasma ou LED-LCD. Bem brilhantes, esses modelos são capazes de apresentar imagens nítidas em ambientes com um pouco de luz.
Dicas:
* A iluminação do home theater deve ser suave e indireta, com os pontos de luz sendo projetados para o teto ou para as paredes (e nunca em direção à tela). Essa técnica utiliza luminárias de teto ou de canto, tipo spot ou de sobrepor, normalmente embutidas em sancas de gesso e com foco independente de luz.

* Além de valorizar o ambiente, automatizar as luzes é um recurso extremamente útil, sobretudo em salas multiuso. Melhor ainda se o sistema incluir as chamadas “cenas de iluminação”, coordenando os pontos e a intensidade das luzes para funções específicas, como ver um filme, ler ou receber os amigos.

* Com um sistema de iluminação inteligente, você vai economizar energia e poderá interagir com todos os tipos de lâmpadas, motores (de cortinas, telas elétricas e lifts) e sensores de presença.

ACÚSTICA

Nem sempre a estética é amiga da boa acústica. Embora abusem dos acabamentos, com cores e texturas diversas, as soluções de tratamento acústico não costumam combinar com salas multiuso. E, portanto, devem ser utilizadas com parcimônia e o consentimento do profissional da área e do arquiteto. Para melhorar o isolamento acústico, uma sugestão é incluir paredes adicionais com tijolos maciços e instalar portas/janelas mais grossas com propriedades acústicas. No piso, convém evitar revestimentos frios (mármore, granito, porcelanato).
 Dependendo da superfície recoberta, esses materiais podem deixar a sala muito “viva”, com som estridente. Mas se isso for inevitável, capriche nos móveis e objetos de decoração com características absorventes, que ajudam a promover o equilíbrio acústico. Na lista, estão cortinas grossas, estofados, quadros, tapetes e até painéis de madeira.
Dicas:
* Dependendo do formato da sala, é preciso apelar para intervenções acústicas mais radicais. Em alguns casos, o profissional da área pode recorrer até às “armadilhas de graves” (painéis de material absorvente, desenvolvidos para controlar melhor a propagação das baixas frequências).

* A formação de ondas estacionárias, que realçam ou atenuam determinadas frequências, também pode prejudicar o rendimento sonoro do sistema. Em ambientes onde esse fenômeno é marcante, a contratação de um especialista na área de acústica torna-se indispensável. Só ele poderá indicar as melhores soluções em revestimentos e painéis para resolver esse problema, promovendo o esperado equilíbrio acústico.

EQUIPAMENTOS: ONDE GUARDAR?


O momento ideal para definir quais serão e onde vão ficar os equipamentos, prever a quantidade de caixas traseiras (duas, três ou quatro) e decidir se o home theater também vai alimentar um sistema de som ambiente é durante a fase de reforma da residência. Quando todos esses pontos são discutidos com antecedência, futuros transtornos (e gastos) acabam sendo evitados. Os móveis sob medida são a melhor opção quando se quer aproveitar ao máximo o espaço disponível e elaborar a peça de acordo com o número de aparelhos a serem armazenados. Já os racks levam vantagem na rapidez de entrega, no preço e na praticidade.
Dicas:
* Móveis e racks com rodízios se deslocam de forma mais simples, facilitando a limpeza e o acesso aos cabos e conexões.

* Para evitar o superaquecimento e o desgaste prematuro dos aparelhos, procure acomodar cada item num nicho independente e com medidas ligeiramente maiores do que as dos equipamentos.

* Em tempos de alta definição, não se esqueça de deixar espaço para um decoder de TV paga, um player Blu-ray e um moderno receiver (de preferência já trazendo conexões HDMI compatíveis com sinal 3D).

CAIXAS CERTAS NO LUGAR CERTO

Assim como a tela, o tamanho das caixas acústicas também deve ser proporcional à metragem do ambiente. As compactas, que se dividem em satélites (as menores, com até 25cm de altura) e bookshelf (que costumam chegar até 60cm), costumam se sair bem em ambientes de até 20m2. Com robustos gabinetes e admitindo alta potência, os modelos do tipo torre são capazes de movimentar grandes massas de ar (ideais para preencher áreas mais amplas) e têm mais facilidade para reproduzir (corretamente) os sons graves. O correto posicionamento das caixas (veja no esquema ao lado) é fundamental para se obter uma boa sensação de envolvimento e extrair o melhor desempenho de seu equipamento. As torres e o subwoofer (responsável exclusivamente pela reprodução das baixas freqüências) devem ficar em contato direto com o chão e livres de obstáculos ao redor, que podem prejudicar seu trabalho. No caso das compactas, as opções de instalação aumentam: podem ficar suspensas por suportes, principalmente as menores, ou sobre móveis, racks ou pedestais.
Dicas:
* Para evitar acidentes, esqueça dos pedestais em ambientes com livre acesso de crianças e cachorros de médio porte. Nesses casos, uma opção interessante é embutir as caixas (principalmente as traseiras, que dificultam mais a circulação dos moradores) no forro de gesso. Além do fator segurança, esse cuidado vai deixar o visual da sala mais leve, valorizando o lado estético.

* Cuidado com os excessos. Duas caixas traseiras (sistema 5.1 canais) são suficientes para garantir uma boa sensação de envolvimento em ambientes pequenos e médios.

* Se a instalação do subwoofer no móvel for inevitável, procure providenciar um nicho com fundo falso (em contato com o chão) para essa caixa. Outra sugestão para evitar vibrações é apoiar o sub sobre uma base sólida (mármore, granito).
*Publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL