| HOT DICAS - CONJUNTO DE CAIXAS PARA HOME THEATER ATÉ 3,000 REAIS | |||||
| CAIXA HOME THEATER BOOKSHELF PRIMUS II P163 | |||||
er Range: 10 - 150 watts Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB Nominal Impedance: 8 ohms Crossover FrequencRecommended Power Amplifier Range: 10 - 150 watts Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB Nominal Impedance: 8 ohms Crossover Frequency(ies): 3,000Hz; 24dB/octave Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD® High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD® Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm) Weight: 8kg Finish: Blacky(ies): 3,000Hz; 24dB/octave Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD® High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD® Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm) Weight: 8kg Finish: Black Recommended Power Amplifier Range: 10 - 150 watts Sensitivity (2.83V @ 1m): 90dB Nominal Impedance: 8 ohms Crossover Frequency(ies): 3,000Hz; 24dB/octave Low-Frequency Driver: 6-1/2" (165mm) MMD® High-Frequency Driver: 3/4" (19mm) MMD® Dimensions (H x W x D): 14-3/4" x 8-1/4" x 11" (375mm x 208mm x 280mm) Weight: 8kg Finish: Black o preço dessa caixa no mercado livre está na média de R$:290,00 unidade comprando o par total: R$:580,00
o preço desse subwoofer no mercado livre é de R$: 1.290,00 reais TOTAL DA LISTA DE COMPRAS 2 pares de caixas Primus II p163 linha 2011 usado como 2 Frontais + 2 surrounds total de R$:1,080,00 reais 1 caixa central modelo Primus II pc 351 total de R$: 450,00 1 SUBWOOFER Velodyne Impact 10 250Wrms total de R$: 1,290,00 TOTAL DA COMPRA : R$: 2,820,00 reais com esse investimento já pode se considerar que você terá uma verdadeira sala de cinema com áudio profissional essas caixas são consideradas no mundo o melhor custo benefício que existe. com toda a certeza meu proxímo upgrade ou será esse conjunto ou de uma conceituada marca chama KEF |
Compartilhar um pouco sobre minhas paixões, sobre minha vida de cores e efeitos dedicar meus básicos conhecimentos sobre áudio & Video, com pessoas que também amam Home Theater, cinema shows tudo que envolva arte imagem,e música. sejam todos bem vindos, obrigado pela visita, prometo deixar novidades quentinhas sempre que puder.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Um guia para comprar (bem) suas caixas acústicas
16/07/2009, por Alex dos Santos e Orlando Barrozo
· Identificação clara dos sons dos filmes (diálogos, música e efeitos);
· Envolvimento sonoro, como se o ouvinte fosse transportado para dentro da cena;
· Pouca ou nenhuma distorção quando o volume aumenta de repente (numa explosão, por exemplo);
· Graves precisos, não abafados, se espalhando pela sala de modo uniforme e realçando o impacto dos efeitos sonoros;
As características acima são o sonho de todo usuário de caixas acústicas. Mas, se você não pode (ou não pretende) investir em caixas de padrão high-end; nem quer se arriscar com modelos compactos e/ou baratos demais, as caixas bookshelf podem ser a solução que você procura. Em geral, elas se dão bem na maioria dos ambientes: ocupam pouco espaço e podem proporcionar uma qualidade de áudio bem próxima das caixas torre – que são, ainda, a melhor referência no assunto.
Medindo entre 22 e 60cm de altura, as caixas bookshelf têm esse nome porque são desenhadas para caber em móveis ou estantes – embora, na maioria dos casos, seu desempenho cresça quando montadas em pedestais. Antes da escolha, é recomendável examinar a caixa acústica visualmente. Acabamento, tipo de construção, materiais empregados, tudo isso conta muito. Mostra o cuidado do fabricante.
O gabinete de madeira (ou pelo menos em MDF) indica capricho no projeto da caixa, pois sabe-se que esse material continua insubstituível na reprodução sonora. Recentemente, alguns fabricantes passaram a utilizar plástico ABS de alta rigidez, para modelos bookshelf e até os do tipo torre, e vêm conseguindo melhorar o desempenho. O diâmetro e o acabamento do alto-falante de graves (woofer) mostram se a caixa tem condições de produzir graves firmes e controlados. Quanto melhor o acabamento dos falantes, melhor o padrão da caixa. Rigidez e firmeza dos conectores são outros pontos que devem ser levados em conta.
A maioria das caixas bookshelf à venda no Brasil aceita potências entre 70W e 125W, o que dá conta de uma sala de tamanho médio (até 30m2). Mas a potência é apenas um parâmetro, que deve ser casado com a potência de saída do receiver (ou amplificador). Se a especificação diz que a potência admissível da caixa é de 100W, ela não deve ser usada com um receiver que libere muito mais do que isso em cada canal, o que provocaria distorções no som e até a queima dos falantes.
Regra geral, caixas bookshelf devem ficar a uma altura de aproximadamente 1m20 do chão, de preferência montadas sobre pedestais firmes, pois estes absorvem as vibrações dos alto-falantes (alguns fabricantes de caixas produzem também os pedestais, já desenhados para acompanhá-las). Caso não haja espaço para isso, as caixas podem ser instaladas em nichos no móvel, ou sobre o rack que acomoda os demais aparelhos. Neste caso, é bom observar a rigidez do rack, que precisa suportar com folga o peso de todos os equipamentos. Importante, em qualquer caso, é que a caixa não fique “espremida” no móvel, entre livros e outros objetos que abafem e/ou dificultem a dispersão do som; deixe livres pelo menos 10cm de cada lado da caixa.
Independente de adotar rack ou pedestal, você deve observar bem as distâncias entre as caixas acústicas de seu home theater para obter delas o melhor rendimento. Um sistema básico (5.1 canais) é composto de cinco caixas mais subwoofer. O posicionamento correto exige uma distância de pelo menos 2 metros entre as caixas frontais direita e esquerda, com a central colocada exatamente no meio das duas, junto ao TV. Essas três caixas reproduzem os sons mais importantes do filme, que são direcionados para a área central do ambiente. O mau posicionamento implica em perda significativa do chamado palco sonoro, que é o que dá a sensação de envolvimento.
Como no caso da potência, as especificações fornecidas pelos fabricantes servem apenas de referência sobre o desempenho de uma caixa acústica. Mas devem ser lidas com cuidado. A mais importante especificação é a chamada resposta de freqüência, que determina a variedade de sons (graves, médios e agudos) que a caixa é capaz de reproduzir. No caso das bookshelf, essa variação fica na faixa entre 40Hz e 20kHz (ou 20.000Hz), que teoricamente é o som mais agudo que o ouvido humano consegue captar. Só que, na prática, raríssimas caixas cobrem toda essa gama de freqüências. Na especificação, o fabricante deve informar qual foi o nível de distorção medido durante os testes. Admite-se até 3dB de distorção (para mais ou para menos), ou seja, o som emitido pela caixa baixou no máximo 3 decibéis ao atingir as extremidades do espectro sonoro. Isso significa que a reprodução foi homogênea: não houve grandes variações na reprodução dos graves, nem dos médios e dos agudos.
ALGUMAS MARCAS À VENDA NO BRASIL* |
MARCA | SITE ORIGINAL | DISTRIBUIDOR |
BSA | ||
BOSTON ACOUSTICS | ||
B&W | ||
CABASSE | ||
DEFINITIVE TECHNOLOGY | ||
JAMO | ||
PARADIGM | ||
POLKAUDIO | ||
PSB | ||
PURE ACOUSTICS |
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